Os homossexuais foram alvos de ataques em vários momentos da história.
Na Grécia antiga ser homossexual era visto com bons olhos. Na Roma antiga, dizia-se que o imperador era o marido de todas as mulheres e a mulher de todos os maridos.

Antes de começar:
1-Se o filme é bom? duas palavras: Chuck Norris.
2-Não tem spoilers!!! Tem que ver o filme.
Primeiramente, é impossível não comparar com o primeiro filme da série, que é até um bom filme, mas falha em ulguns momentos, numa história fraca com personagens sem motivação convincente
Antes de qualquer coisa:
1-Se o filme é bom? duas palavras: Chuck Norris.
2-Não tem spoiler! Tem que ver o filme!!!!
A minha primeira impressão quando baixei foi a duração do filme, exatos uma hora e meia, o horário básico de um bom filme de ação.
Não tem como não comparar com o primeiro mercenários, que apesar de ser um filme de ação relativamente bom, tem várias falhas, muitos erros, o filme é galhofa em vários momentos e se leva a sério não
Todos os albums do Tokyo Jihen tem como tema um gênero e canal de tv, Sports, adulto, educativo e variedades tinham sido os anteriores e dessa vez foi a vez do canal de Discovery, normalmente as músicas do album tambem são influenciadas pelo tema do album, mas isso não parece acontecer sempre.
Enfim, como soube esse ano esse é o último album do Tokyo Jihen :'( não há como escutá-lo novamente sem superestimá-lo agora, já havia escutado o album anterior deles, o Sports, e não tinha gostado muito, só das músicas mais comerciais, mas com o Daihakken consegui entender melhor o som deles e apreciar melhor.
Destaque da banda são o vocal único de Shiina Ringo, uma voz bem peculiar que consegue conquistar bastante com as músicas, além disso a banda contém vários ótimos músicos escolhidos a dedo por ela incluindo o baixista Seiji Kameda renomado produtor musical, e claro tendo tantos bons músicos de alto gabarito não era de se esperar nada menor que um bom trabalho.
Como faz parte do conceito da banda as músicas são um pouco retrô, com um Q de Pulp Fiction, outras de jazz, outras são bem estranhamente diferentes de qualquer coisa de que se esta acostumado, enfim, um album diferente da maioria das coisas que aparece no jpop, músicas não tão simples de se entender, mas enfim, um album que pelo menos vai ficar marcado pra mim.
Todos os albums do Tokyo Jihen tem como tema um gênero e canal de tv, Sports, adulto, educativo e variedades tinham sido os anteriores e dessa vez foi a vez do canal de Discovery, normalmente as músicas do album tambem são influenciadas pelo tema do album, mas isso não parece acontecer sempre.
Enfim, como soube esse ano esse é o último album do Tokyo Jihen :'( não há como escutá-lo novamente sem superestimá-lo agora, já havia escutado o album anterior deles, o Sports, e não tinha gostado muito, só das músicas mais comerciais, mas com o Daihakken consegui entender melhor o som deles e apreciar melhor.
Destaque da banda são o vocal único de Shiina Ringo, uma voz bem peculiar que consegue conquistar bastante com as músicas, além disso a banda contém vários ótimos músicos escolhidos a dedo por ela incluindo o baixista Seiji Kameda renomado produtor musical, e claro tendo tantos bons músicos de alto gabarito não era de se esperar nada menor que um bom trabalho.
Como faz parte do conceito da banda as músicas são um pouco retrô, com um Q de Pulp Fiction, outras de jazz, outras são bem estranhamente diferentes de qualquer coisa de que se esta acostumado, enfim, um album diferente da maioria das coisas que aparece no jpop, músicas não tão simples de se entender, mas enfim, um album que pelo menos vai ficar marcado pra mim.
A cantora australiana deixou sua carreira internacional de lado para se dedicar ao Japão em 2011, ela fez parte de um projeto de trazer para a lingua inglesa vários sucessos da música japonesa e músicas boas recentes que não tem muito reconhecimento.
A surpresa da minha parte foi ver que ela fez covers de artistas que não tem muito reconhecimento mas são mnuito bons como TEE, lecca, moumoon e etc, também fez cover de Sakura do Ikimono Gakari que deu muito o que falar, porque ela mudou o instrumental de todas as musicas deixando um lado tropical como característica do album, e muitos reclamaram da mudança naquela musica que é tão tradicional por natureza. Óbvio que como qualquer album de covers ele é mais interessante pra quem já conhece as versões originais.
Ela também fez covers de músicas ocidentais, enfim o album é o lançamento mais notavel feito por um artista não-japonês na jmusic em 2011.
1 – Baby I Love U
2 – Sunshine Girl
3 – For You
4 – So Sick
5 – Sakura
6 – Everything
7 – Garasugoshi ni Kieta Natsu
8 – Missing You (English Version)
9 – Saving All My Love For You
10 – Lovin’ You
11 – Without You
12 – Sukiyaki (Japanese Version)
13 – Missing (Japanese Version)
09 - Namie Amuro - Checkmate!
Em 2011 não teve pra ninguem, no quesito cantoras com todas as grandes Divas do jpop com poucos lançamentos ou sem fazer nada impactante, o ano foi da Namie Amuro. O Checkmate! foi uma das provas disso, Namie deu vários tapas na cara da sociedade ao fazer colaborações com um Johnnys e com um idolgroup coreano.
O album esta longe de ser perfeito, afinal é um Best que une músicas de diferentes projetos e que afinal das contas tem muito do estilo dos outros artistas que estão colaborando com a Namie, mesmo assim todas as músicas feitas exclusivamente para o album são ótimas e fazem desse um dos melhores albums do ano, além de ser o album da jmusic que mais repercutiu.
Uma coisa que eu aprecio num album é quando ele consegue me fazer gostar de algo que eu não gosto, e foi mais ou menos isso com o BUBBLEMAN ENGINE, MAA a cantora de J-eletro se destacou no ano anterior com seu debut e com um mini album Monkey Kingdom conseguiu mostrar mais do seu trabalho com música eletrônica nesse primeiro album de estúdio.
O que me agradou foi que estou acostumado com músicas eletrônicas que ficam presas a refrões insistentes e a gaguejeiras que deixam a letra da música em total segundo plano deixando aquele som repetitivo tocando, tocando, tocando, algo que até deve servir pra dançar mas na minha opinião é uma tortura pros meus ouvidos.
MAA mostrou no album músicas que conseguem ir além disso e me agradaram, arranjos criativos, músicas que trazem sentimentos melancólicos que vão bem além do TUNTZ TUNTZ TUNTZ "joga tudo pro alto e vai dançar, lo-lo-lo-se control etc" usual do gênero, mas óbvio é um album de música eletrônica que tem elementos que eu não gosto, mas achei bem feito e consegui deixar algumas coisas que não costumo gostar de lado.
lecca, cantora de reggae/dancehall vem se destacando nos últimos anos como uma das artistas mais bem sucedidas do J-urban, esse ano lecca se dedicou a divulgar seus singles digitais e fez um mini-album que tinha a proposta de ser um album de baladas, mesmo assim lecca surpreendeu por não colocar apenas baladas mas outras canções de reggae/dancehall que já faziam parte do seu estilo, o trabalho ainda conteve uma música upbeat na colaboração com o cantor pop Daichi Miura, música que conseguiu explorar bem os estilos dos dois artistas.
22 - aiko - matome I & II
No Japão há um padrão de lançar um album Best a cada 3 albums originais, no entanto aiko lançou um album Best pela primeira vez ano passado depois de mais de 12 anos de carreira, o album foi muito promovido por ela que é muito querida por lá e se destaca por ter canções felizes e bastantes baladas cativantes, muitas delas que foram temas de populares doramas durante esses anos.
O album foi o que me fez conhecer melhor a carreira da aiko, sinceramente eu esperava mais variedade do trabalho dela, mas o album tem bastantes musicas legais que marcam o que de melhor teve na carreira dela.
Único lançamento da grande cantora do jpop em 2011, Ayumi Aproveitou que esse seria seu único trabalho no ano e caprichou bastante nas musicas, promoção e clipes feitos para o album, destaque para a colaboração Why... e também para a faixa BRILLANTE que tem um instrumental muito interessante.